Saiba as diretrizes e as principais etapas de um trabalho de base brigadista. Organizar, organizar e organizar. A partir das massas, com o povo e pela luta!

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Diretrizes para a atuação

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As Brigadas Populares existem para ampliar a capacidade de intervenção política do povo brasileiro. Somos uma ferramenta social e política que luta tanto para resolver nossos problemas mais imediatos quanto para o desenvolvimento de uma Nova Maioria para o país.

Nosso trabalho está assentado em quatro diretrizes:

a) Auto-organização dos/as oprimidos/as;
b) Democracia e participação popular;
c) Ponto de partida na situação da vida do povo;
d) Relação intrínseca entre lutas imediatas e lutas políticas.

Nosso método segue seis etapas básicas:

  1. Sempre partir da realidade concreta. Em qualquer trabalho político, a primeira ação é a investigação ou o diagnóstico da realidade vivida pelo setor social no qual se pretende atuar.
  2. Inserir-se no cotidiano do povo. A convivência direta com a base permite testar a validade do conhecimento produzido. Além disso, é o caminho para a geração de confiança mútua.
  3. Construir uma pauta de luta. Ao diagnosticar a situação e inserir no cotidiano, abre-se a possibilidade de iniciar uma agenda de luta. A pauta deve ser concreta, compreensível e justa.
  4. Definir adversários e aliados. A luta sempre contraria interesses, principalmente dos detentores de poder político e econômico; ganhar significa derrotar algo, conquistar diretos significa contrariar privilégios. É preciso mapear os atores do conflito.
  5. Planejar, executar e avaliar. Tendo claro o que se quer e contra quem se luta, fica mais claro definir táticas e estratégia para a ação. Os três momentos (planejamento, execução e avaliação) devem ser participativos, envolvendo o conjunto dos envolvidos na luta. São momentos de formação, responsabilização e engajamento do povo.
  6. Organizar, organizar e organizar. Essa é a regra de ouro. Sem organização não é possível que o povo se constitua como poder real, ou seja, reconheça e construa sua condição de sujeito transformador. Organização não significa ficar restrito às instituições formais, é antes promover bases coletivas de pensamento e ação que podem assumir os mais diversos formatos na luta.

A partir das massas, com o povo e pela luta. Venceremos!