Repúdio à agressão ao camarada Rui, da Comuna Amarildo

O camarada Rui, do Assentamento Comuna Amarildo de Souza, foi covardemente agredido na terça-feira. Embora os autores do espancamento – que disseram que se tratava de “um aviso” – não tenham sido identificados até agora, é evidente que tal atitude foi motivada pela trajetória de luta e resistência de Rui. Revoltar-se e militar por mudanças incomoda os poderosos – neste caso, certamente ligados à especulação imobiliária e construtoras, interesses enfrentados pelo camarada agredido. As Brigadas

Eleições para a Reitoria: implicações e consequências

Passada uma semana deste importante fato político que mexeu com a UFSC, suas implicações e decorrências são vistas e sentidas por toda universidade.  A eleição para a Reitoria, ainda que dentro dos limites institucionais, se demonstrou um importante processo de disputa da universidade. Durante essa “consulta informal”, para além da sucessão em um cargo burocrático, foi aberto o espaço para a contestação do projeto vigente de universidade, das relações de poder dentro da instituição e

CONTRA O ABUSO POLICIAL NA OCUPAÇÃO CONTESTADO!

A cada dia que passa, o Brasil inteiro vivencia novos casos de violência policial contra comunidades pobres e periféricas, sem qualquer justificativa legal. Em Santa Catarina não é diferente. Nos últimos meses, o clima na Ocupação Contestado, na cidade de São José, é de total insegurança. São muitos relatos de autoritarismo e violência da Polícia Militar em operações ilegais na comunidade. Invasões a domicílios, depredação de veículos, agressões verbais e corporais, agressões contra mulheres, ameaças

ATÉ O CÉU CHOROU: JOÃO VITOR E BRUNO, JOVENS DE LUTA ASSASSINADOS.

Nota de solidariedade Na noite de 22 de outubro de 2015, uma chuva fina cortava um céu claro, lilás, faltava luz em toda a ocupação-comunidade Vitória, em Belo Horizonte, MG, e nós chorávamos a morte de João Vitor, um adolescente de apenas 14 anos de idade. João Vitor, que esteve presente em todas as lutas e assembleias da ocupação em que morava, e junto com seus companheiros da Izidora lutava por um mundo melhor e

RACISTAS NÃO PASSARÃO! TODO APOIO A POLIANA!

No dia 15 de outubro o Coletivo Negro – USP Ribeirão Preto fez uma intervenção anti-racista em uma das salas de aula de sua faculdade, no qual ganhou destaque a interpretação feita pela estudante de direito, Poliana Kamalu. Indignados com as frases racistas pichadas no banheiro, como “aqui é faculdade de gente inteligente (e branca)” e “macaco cotistas fora da FDRP” o Coletivo expôs a dor e a indignação de sua gente numa intervenção que