Marcha das Ocupações Rosa Leão, Esperança, Vitória, William Rosa e Guarani Kaiowá para o Tribunal de Justiça de MG

Marcha das Ocupações Rosa Leão, Esperança, Vitória, William Rosa e Guarani Kaiowá para o Tribunal de Justiça de MG

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) determinou nas últimas semanas, de forma injusta, imoral e inconstitucional, o despejo de mais de 12.500 famílias que hoje moram nas ocupações Vitória, Rosa Leão, Esperança, da região do Isidoro, em Belo Horizonte, MG, Guarani Kaiowá e William Rosa, em Contagem, MG. Tal ato é uma afronta ao direito social à moradia dessas famílias que buscam apenas a efetivação de um direito humano essencial. Não toleramos decisões

Cidade para quem?

Cidade para quem?

No dia 11 de abril de 2014, uma ocupação urbana realizada em um terreno da empresa de telefonia Oi, conhecida como Favela da Telerj, no bairro do Engenho Novo, Rio de Janeiro, foi violentamente expulsa pela Polícia Militar. As cenas comuns em desocupações de terrenos mais uma vez se fizeram presentes diante de nossos olhos: policiais armados até os dentes, carros com camburão, helicópteros, mídia e clima de guerra para retirar os moradores do local.

Ocupação Dandara: Cinco anos de luta!

Ocupação Dandara: Cinco anos de luta!

A Ocupação Dandara, nascida na madrugada do dia 09 de abril de 2009 com 150 famílias, completou cinco anos de lutas e vitórias e tornou-se um dos maiores conflitos fundiários de Minas Gerais, com mil moradias cadastradas e numeradas, totalizando mais de 5 mil moradores. O nome Dandara foi concedido à comunidade em homenagem à guerreira negra, que assim como Zumbi dos Palmares, lutou contra a escravidão no Brasil nesse que ficou conhecido como o

#NinguémMereceSerEstuprada

#NinguémMereceSerEstuprada

Na próxima quinta-feira, 10, tem roda de conversa #NinguémMereceSerEstuprada na FAFICH-UFMG! Descrição do evento: Na última semana, pesquisa do IPEA revelou que 65% (O IPEA já anunciou que confundiu os números, saindo de 65% para 26%) dos brasileiros concordam totalmente ou parcialmente com a afirmação: “Mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas”. É um resultado péssimo para as mulheres. Mas a indignação que se seguiu após a divulgação do resultado da

50 Anos de Golpe Militar

50 Anos de Golpe Militar

A atual conjuntura, marcada hoje pelos 50 anos do golpe militar que impediu a agenda reformadora liderada pelo presidente João Goulart, exige uma reflexão profunda em pelo menos dois sentidos: Primeiro, é necessário demarcar que não há razão para alimentar a cantilena golpista sugerida por alguns setores de ultradireita que se encontram isolados socialmente, e que acabam por ganhar alguma repercussão a partir de uma reação demasiada de setores da esquerda. Segundo, é fundamental refletir